Comemorando 5000 visitantes!

2015 está passando… lá se foram 3/4 do ano e na divisão de dedicação a pós graduação, trabalho e blog, este último é o mais sacrificado. Não gosto de publicar qualquer coisa. Não sou de “encher linguiça” (enrolar, como dizem) e por falta de tempo para pesquisa e escrita, acabo diminuindo consideravelmente o número de publicações.

Mesmo assim, parece que a queda na quantidade não interferiu na qualidade. Que ótimo!! Pois no ano passado atingi a marca de 5000 visitas só em novembro!

Obrigada a todos que curtem este espaço cuja intenção é divulgar algumas coisas que descubro, sempre com temas que considero relevantes para uma educação significativa para a formação da cidadania e também alguns pensamentos e reflexões sobre o tema(muitas vezes nem tão bons).

brinde

Uso da Tecnologia na Pré Escola – considerações

Desde 2008, bem antes dos famosos tablets invadirem os lares e chegarem ás mãos dos pequenos, já desvendávamos os caminhos que a internet, os jogos eletrônicos e os computadores poderiam tomar diante dos olhinhos atentos e curiosos dos pequenos dos 4 aos 6 anos.

Meu trabalho de conclusão do curso de pedagogia, – Intercâmbios plurais: A tecnologia e a pedagogia da autonomia – um relato de experiência vivida numa pequena escola que você pode conhecer AQUI, ja visualizávamos que, em futuro próximo, a web e sua imensa rede seria algo corriqueiro e tão comum que se tornaria impossível dissocia-la da realidade de todas as crianças de qualquer idade.

Mas, se ainda encontramos resistências, apontamos aqui alguns motivos para que todos revejam seus conceitos. Vale lembrar que não se trata de incluir ensino de informática, e sim de incluí-las a sua rotina diária, bem como o uso de recursos de áudio e vídeo, fotos, jogos interativos, blogs e até mesmo as redes sociais, sempre de forma diferenciada e cautelosa, adequando-se a cada faixa etária e maturidade.

Destaco aqui a dica do Canal do Ensino – um site muito antenado e que contem ótimas dicas para educadores e alunos.

http://canaldoensino.com.br/blog/como-usar-a-tecnologia-corretamente-na-pre-escola

Boa leitura!

Depois da Praia do Forte Imbuí, agora querem acabar com o Sossego dessas famílias!

Como podem acreditar que existe recolocação profissional, melhoria de qualidade de vida e um futuro melhor para quem nasce e cresce em meio a uma vida simples e tranquila. Que futuro terão essas crianças com seus pais recebendo um aluguel social de R$600,00? Onde se aluga algo com R$ 600,00 para famílias numerosas?

A quem eles estão incomodando? Que interesses existem por tras disso? Bem sabemos.

Algumas questões a serem consideradas na educação atual:

  • Aceitar a diversidade. Todos nós, dentro e fora da escola temos nossos preconceitos. Porém, devemos exercitar nosso olhar sobre o oputro de forma a não repetir estereótipos. Estar atento ás pequenas observações sexistas, de cunho preconceituoso para com as diferentes formas de se vestir, se comportar, . Ter olhar atento ás diferentes origens religiosas de cada um. Respeitar e integrar. Conhecer para não discriminar, quaquer que seja o credo, cor. etnia ou preferências. Significa ter um olhar minucioso a todas as “tribos”, seja o “atleta”, o “gótico”, o “nerd”, o “geek”, o “comédia”, e ver em cada um, o que ele realmente é: um ser capaz de cdriar, aprender, construir, amar e ser amado.
  • Aceitar o respeito como a única forma de vida social. Não há discurso acerca da diversidade que não se encerre no respeito.
  • Aceitar as regras. Para poder questioná-las é preciso antes de tudo, cumpri-las. Não se pode questionar o que não se conhece, seus resultados e efeitos diretos. Somente mediante argumentos concretos pode-se questiona-las, caso contrários, implanta-se o caos.
  • Aceitar-se como um ser capaz de realizar e conquistar qualquer coisa, desde que disponha das ferramentas e pré-requisitos certos.
  • Aceitar que a maior parte das conquistas não surgem do nada. É preciso esforço e dedicação. A prática, sempre nos leva o mais próximo possível da utopia da perfeição.
  • Aceitar que a liberdade é um conteúdo abstrato e riquíssimo. Mas que nem sempre o que parece liberdade o é, de fato! Liberdade que implica em perdas, não é liberdade e sim, perda de tempo!
Mãos unidas e tintas coloridas.

Cada um de nós pode fazer a diferença. Seja para dar e receber, seja para criar, seja para aceitar ou servir! Fonte: http://www.tipsandsecrets.com.br/wp-content/uploads/2012/02/4.jpg

Relembrando antigos artigos e reflexões:

Sistemas e Softwares para Educação Livre

*Jenny Horta

O uso das novas tecnologias em Educação já se transformou em “figurinha carimbada” em todos os meios educacionais, o que é muito bom para a evolução da educação brasileira e principalmente para nossos alunos da chamada “geração Y”, tão entediados com as práticas centenárias que encontram no dia a dia escolar.

No entanto, diante de uma caótica situação educacional no Brasil, iniciativas como o Projeto UCA , recentemente analisada pelo Prof. Nelson Pretto neste artigo:

(http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=83660) ficam estagnadas após um grande marketing inicial e todo projeto importante de uso das tecnologias se resume em tímidas iniciativas de pequenas prefeituras, ONGs ou raras escolas.

Porém, como nos lembra Freire (1999):

…Ensinar exige reconhecer que a educação é ideológica . Saber igualmente fundamental à prática educativa do professor ou da professora é o que diz respeito à força, às vezes maior do que pensamos, da ideologia. E o que nos adverte de suas manhas, das armadilhas em que nos faz cair. É que a ideologia tem que ver diretamente com a ocultação da verdade dos fatos, com o uso da linguagem para penumbrar ou opacizar a realidade ao mesmo tempo em que nos torna “míopes”. ”

Ao mesmo tempo, cabe a nós, em cada sala de aula, iniciar o nosso próprio projeto de mudança a começar pelo entendimento de que usar a tecnologia não significa aceitá-la de forma acrítica e com total rendição a modismos e ausência de critérios. Preparar-se a analisar as formas de uso dos sistemas e softwares, avaliar comprometimentos e implicações econômicas e sociais de nossa prática diária na escola é essencial para contribuir para a formação integral de nossos alunos.

Qualquer educador, seja ele de instituições públicas ou privadas, possui o compromisso moral e social de analisar criticamente suas escolhas, e quaisquer que sejam estas escolhas, de compartilha-lhas com seus educandos.

A escolha de recursos educacionais abertos, que proporcionem a cooperação e o compartilhamento integral da informação e produção de conhecimento, o uso de softwares livres, de desenvolvimento aberto e colaborativo, não são apenas uma alternativa economicamente mais viável. Tais softwares, sistemas e recursos proporcionam ao educador a autonomia necessária para adequá-los as suas necessidades e de seus alunos, facilitando seu uso pedagógico de acordo com os objetivos propostos.

Não se pode, em hipótese alguma, transformar o conhecimento compartilhado em mercadoria atrelada a licenças e limitações impostas por um mercado que visa controlar o acesso ao conhecimento. Isso é tão óbvio quanto o fato de que nenhum professor aceitaria uma intervenção em sua fala em sala de aula: “- Você pode falar sobre isso, mas só até esse ponto, ok?”

Partindo da premissa que só podemos escolher o que conhecemos, divulgar e compartilhar recursos, softwares e sistemas livres entre os educadores é essencial a todos os que acreditam numa educação de qualidade e efetivamente para todos.

“Quanto mais os processos de inteligência se desenvolvem – o que pressupõe obviamente, o questionamento de diversos poderes – , melhor é a apropriação, por indivíduos e grupos, das alterações técnicas e menores são os efeitos de exclusão ou de destruição humana resultantes da aceleração do movimento tecno-social. (Levy, 1999 p.29)

Utilizar sistemas, softwares e recursos educacionais abertos, livres e colaborativos é o primeiro passo para voltarmos a “pensar com nossas próprias cabeças”, e cabeças que pensam em conjunto em torno de um ideal de cidadania, como bem nos ilustra Raquel Sosa Elízaga: “Pensar com a própria cabeça é o começo de olhar o mundo e ter a valentia de recusar a existência de um pensamento único, da falsa religião do mercado, do comércio da morte. Pensar com um pensamento crítico deve nos levar a saber que é possível transformar nossas cabeças e nosso horizonte, confiando que as soluções que propusermos serão certamente melhores do que as que nos obrigaram a aceitar. A liberdade terá seus custos e suas consequências, mas seus caminhos se iluminam com a felicidade que sentiremos por não termos de viver à sombra de nós mesmos. Estas formosas terras e nós, os seres humanos que nelas habitamos, merecemos dar um espaço à alegria e à esperança verdadeiras.”

(http://envolverde.com.br/educacao/historia-educacao/pensar-com-a-propria-cabeca-educacao-e-pensamento-critico-na-america-latina/?utm_source=CRM&utm_medium=cpc&utm_campaign=20 )

Alguns blogs/endereços ativos do Projeto UCA pelo Brasil:

*Professora Informática Educativa pelo SENAC/PA – Graduanda em Pedagogia UNIRIO/Cederj

Blog: https://aprendizagemdigital.wordpress.com

twitter/identica: @nynyhorta Facebook: jennyhorta

e-mail: jennyhorta@gmail.com

E-books gratuitos que auxiliam na apropriação das novas tecnologias na prática docente

Excelente publicação que compartilho e convido a conhecerem este blog!

@Mundo Nativo Digital

A tecnologia sozinha não faz nada. Quando o assunto é educação, provavelmente você já deve ter ouvido essa frase. Do que adiantam projeções, computadores, tablets e smartphones se a didática permanece a mesma? Para explorar estratégias que promovem um uso eficiente da tecnologia na educação, separamos uma lista de e-books gratuitos que apresentam diferentes alternativas para os educadores.

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online 2013, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), 77% das crianças e dos adolescentes brasileiros, com idades entre 9 e 17 anos, são usuários da internet. Entre os principais dispositivos utilizados por eles, estão o computador, notebook, celular, tablet e videogame. Trabalhando com esses recursos, os professores podem criar processos de aprendizagem mais colaborativos e alinhados com os interesses dos alunos.

Entre as publicações indicadas, existem e-books que discutem a necessidade de inovar as práticas, o uso das tecnologias…

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