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O caldeirão ferve com vídeo games…

O Caldeirão de Idéias continua fervendo e você pode e deve participar!

Os vídeo games tem causado preocupação??? Qual a sua opinião sobre o assunto?

A professora Eguimara Branco nos chama atenção para o tema. Participe clicando AQUI

imagem crianças no video game
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NOVO PNE

Copio e colo as metas do PNE. Não vou comentar hoje, só depois!


Confira as 20 metas que compõem o Plano Nacional de Educação 2011-2020

Por Amanda Cieglinski, da Agência Brasil

Brasília – O projeto de lei que institui o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que deverá vigorar nos próximos dez anos, foi entregue nesta terça-feira (14) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento estabelece 20 metas a serem alcançadas pelo país até 2020. O texto também detalha as estratégias necessárias para alcançar os objetivos delimitados.

Conheça as metas que compõem o Plano Nacional de Educação 2011-2020:

Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.

Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante do ensino fundamental.

Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.

Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.

Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de idade.

Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.

Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE)

Meta 8:
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.

Meta 9:
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.

Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.

Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.

Meta 13: Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores. Sete estratégias.

Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores. Nove estratégias.

Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.

Meta 16: Formar 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.

Meta 17: Valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.

Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.

Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.

Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Edição: Lílian Beraldo
(Envolverde/Agência Brasil)

© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

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Jogo da Fraternidade

Como tenho um coração meio moleque tal como a letra de “Bola de meia”, adoro futebol e adorei este texto, publicado no Buzz de minha amiga Telva do Blog Eterno Aprendiz e resolvi “republicar”:

Alô amigo Noel!

Conceda-nos a intimidade! Afinal de contas, quando tínhamos menos de 5 anos nossos avós diziam que já o conheciam muito bem e o chamavam de “bom velhinho”. Portanto você faz parte da família. Logo, podemos conversar de forma menos formal.

Permita-nos contrariá-lo, mas este ano não vamos lhe pedir presentes. Não queremos bolas de futebol ou de esferas coloridas para a o pinheiro frondoso. Na verdade, vamos convocá-lo para fazer parte de nossa seleção do amor como nosso treinador. Creio que podemos acertar as bases sem a presença de “procuradores” que na verdade só visam as polpudas comissões.

Nos últimos anos temos pisado na bola, com certeza. Não realizamos nem metade das promessas efetuadas na noite consagrada a Jesus. Acreditamos que nos tenha faltado um técnico lúcido para coordenar nossas jogadas de ataque com objetividade em busca da vitória da família. Permanecemos por muito tempo na defensiva e permitimos que os elementos do mal construíssem um placar elevado contra nossa equipe desarvorada e sem rumo.

Nossas desavenças internas criaram atritos dolorosos entre nossos irmãos, que chegam a empunhar estandartes de seus clubes para ferir seus semelhantes com camisas diferentes, inclusive crianças. Na maioria das vezes por discordância sobre um impedimento mal marcado. Uma besteira que não se alinha com a condição de seres racionais que nos rotulamos. Realmente desperdiçamos nossa potencialidade para a evolução com fatos mesquinhos.

Então resolvemos mudar a tática para o próximo confronto. Nada de esquemas tipo: 4-3-3 ou retrancado 4-4-2. Pretendemos seguir suas instruções inteligentes. Que agora todos juntos solidifiquem as bases defensivas contra os inimigos da paz e da bondade. Todos unidos ergam pontos de apoio no meio de campo onde a razão predomina em busca da harmonia perfeita. Seguros de nossas habilidades e sob sua conduta avançaremos em direção à intermediária do mal, tomando cuidados para não sermos apanhados em impedimento por algum “bandeirinha” distraído ou vesgo. Quem estiver pela extremidade do campo perto da marca de escanteio fará o cruzamento para dentro da grande área. E o melhor colocado de nós, isento de egoísmo e vaidade, fará com que a bola suavemente ultrapasse a linha fatal e adormeça na rede adversária para consignar o gol da vitória.

Apenas um gol nos basta. Não pretendemos humilhar a torcida rival que até hoje tem escarnecido sobre nossas derrotas. Esperamos que alguns elementos do outro lado percebam por quanto tempo estiveram enganados e passem a torcer por nossa camisa, confeccionada com as cores da esperança de uma verdadeira fraternidade.

Se formos felizes nesta grande partida, certamente teremos o patrocínio de Deus na próxima temporada. E renovaremos seu contrato por mais um século. No dia do jogo, pode comparecer ao estádio com sua roupa tradicional. Apenas troque as botas pelas chuteiras com travas altas para não escorregar no gramado úmido pelo orvalho. Não esqueça do gorro para proteção contra o sereno quase invisível. Pode ingerir umas quatro rabanadas, pois durante a partida você perderá este excesso de peso. As crianças que entrarão no estádio segurando suas mãos ficarão extasiadas de alegria pela festa que faremos irmanados com todo o anel das arquibancadas, cadeiras e cabines de rádios e tvs.

Como sabemos que sua repleta agenda (se você precisar de um palm-top avise-nos para que façamos uma “vaquinha” para presenteá-lo) de compromissos algumas vezes o confunde, anote aí o dia do jogo:

25 de dezembro deste ano às 24 horas! Local: nossa casa.

Só para lembrar. Como o trânsito celestial deverá estar engarrafado por dóceis anjos carregando sacolas para as crianças, tente chegar duas horas antes para que possamos cerzir em sua jaqueta vermelha o nome de nosso time: humanidade futebol clube.

Haroldo P. Barboza
Autor do livro: Brinque e cresça feliz
http://www.paralerepensar.com.br/haroldopb_jogodafraternidade.htm

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Perspectiva Curricular Crítica e Software Livre Educacional

Trata-se basicamente de perceber e superar elementos potencializadores das intencionalidades veladas de exclusão escolar e social. Portanto, o uso das tecnologias da informação na educação não pode alimentar práticas e concorrências que objetivem o lucro. Não se trata nem tanto de uma questão ideológica, mas antes de uma questão ética e deveria fazer parte de todas as políticas públicas.
A falsa premissa de que o que é coletivo é barato e portanto de baixa qualidade é absolutamente absurda e faz parte do engodo ideológico que nos manipula. É preciso consumir, consumir cada vez mais…

Destaco aqui, um trecho de Michael Apple, um dos teóricos da perspectiva curricular crítica e pesquisador da Universidade de Wisconsin:
O programa de crítica e renovação que avalizo interpreta a educação relacionalmente, tendo íntimas conexões, tanto com as estruturas de desigualdades nesta sociedade tanto com as tentativas de superá-las.
Mas o que os poderosos parecem não entender é a extrema importância de manter as vozes da consciência, num tempo em que as condições conspiram para destruir tais valores e as metas que deveríamos defender com mais energia. O que ele também não entendem é que a crítica – especialmente em suas formas mais poderosas – como diz Henri Louis Gates, é em si mesma uma afirmação. É uma forma de compromisso, um meio de estabelecer uma reivindicação. Em essência, é um dos gestos máximos da cidadania porque se constitui num modo profundamente importante de dizer que não estou “apenas de passagem”.
Todavia, ser crítico significa algo mais do que simplesmente apontar erros. Envolve a compreensão de conjuntos de circunstâncias historicamente contingentes e das contraditórias relações de poder que criam as condições nas quais vivemos.(p. 15, 18)