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Documentário: Quando sinto que já sei

Sempre que encontro boas inspirações para a educação procuro divulgar aqui como forma de fixar neste espaço para compartilhar com meus colegas e guardar para futuras pesquisas.

Este documentário dispensa qualquer texto, só assistindo mesmo!

Conheça o site do Projeto Ancora:

http://www.projetoancora.org.br/

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Arquitetura da Informação nos materiais impressos para EAD

Dando continuidade aos estudos sobre a produção do material impresso para educação a distância, elaborei um mapa conceitual com os pontos, segundo minha interpretação, mais relevantes em sua elaboração.

O que [Otto Peters] solicita é uma maior “imaginação pedagógica” e o tratamento dos estudantes não como objetos, mas como sujeitos do processo de ensino.

Essencialmente, esse tipo de aprendizagem (…) transfere considerável confiança e responsabilidade para o aprendiz, o que Peters classifica como uma potencial nova forma de Educação a Distância, com o padrão pedagógico dominante sendo autônomo, auto-orientado. De acordo com Peters, para que os estudantes sejam autônomos, eles devem ser participantes “meta-cognitiva-, motivacional- e comportamentalmente ativos em sua própria aprendizagem”.

D. Randy Garrison (Aprendizagem auto-orientada e Educação a Distância)

MAPA-ArqInfo

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Porque quero ser “subversiva”

Palavras muitas vezes tem significados ambíguos e na maior parte desses casos, sempre são apontados apenas no sentido pejorativo, negativo, marginal. Ser contra a maioria, muitas vezes, significa algo muito ruim…

Felizmente, todos os maiores nomes da história de nossa sociedade, muitas vezes eram considerados “subversivos”, “rebeldes”, “insubordinados”, “subversivos”!

A instituição escolar tradicionalmente bancária, autoritária, hierárquica e unilateral já vem, há muito, mostrando seu fracasso, tanto para com sua clientela de classe média quanto para as camadas populares. O Bullying, a repetência e os constantes conflitos que saem muitas vezes dos muros da escola e chegam aos conselhos tutelares e até mesmo ás delegacias comprovam isto a todo momento.

Basta olhar em volta: mesmo estando há algum tempo afastada do ambiente escolar, ao colocar os pés numa sala de aula em meu atual estágio, a primeira sensação que tive foi a nítida certeza de que pouquíssimos ou nenhum daqueles 35 alunos a minha frente queriam estar ali!!

Aí você pensa: quando éramos jovens, também não gostávamos da escola! Mas nossa sociedade, nosso mundo, não tinha nem metade dos conflitos, informações, dinâmicas, polêmicas e toda a complexidade do mundo atual. Esses jovens e crianças que estão nos bancos escolares são completamente diferente dos que estavam há 20 ou 30 anos atrás, e não podemos negar isso. Porém, a escola continua a mesma.

Não quero dizer aqui que valores como respeito, hierarquia, disciplina, dedicação e empenho devem ser esquecidos. Não se pode mudar os valores da humanidade. Muita gente boa seguiu por um caminho radical e confunde liberdade com desrespeito, diversidade com imposição de sua condição, diálogo com subordinação a vontade do outro.

Possibilitar aprendizagens significativas na escola, não significa abandonar currículos, apenas não ser escravo deles. Não significa negar o que o aluno precisa aprender, mas oferecer-lhe mais de um caminho para atingir o objetivo. E a tecnologia proporciona isso. O Software Livre proporciona isso. O compartilhamento de ideias proporciona isso. Os recursos educacionais abertos e a computação em nuvem proporcionam isso…e por aí vai!

É apenas questão de tempo para que o paradigma mude. O processo de sua subversão está em curso. Sócrates, o subversor por natureza, se visse o que está acontecendo, daria pulos de alegria. (Eduardo Chaves)

Recomendo a leitura:

Tecnologias, Redes Sociais e Educação

Fonte: http://www.institutoparamitas.org.br

 

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Aprendo quando me surpreendo…

Quando criança lembro-me que os momentos de maior conversa em casa era na hora do jantar. Depois da escola, tomava um longo banho (naquela época, não pensava ainda no meio ambiente e sempre precisava ser “retirada na marra” do banho…) e, esperando o jantar, sempre tinha mil novidades para contar.
_ Nossa! Hoje eu soube isso. Hoje eu vi aquilo… Vamos fazer isso..

Lembro-me perfeitamente de muitas atividades apaixonantes, surpreendentes que tive na escola! E com certeza, do que aprendi com elas.
Alguém pode pensar: _ Ah! Mas você então era uma privilegiada! Estudou numa boa escola, com professores qualificados, material adequado, etc.
_ Sim! Mas não é isso que queremos em nosso trabalho, em nossa escola?

Independente de todos os recursos disponíveis, SURPREENDER no dia a dia em sala de aula é a palavra-chave.

Lembrei-me do passado e de quanto fui feliz. Espero estar proporcionando ao menos alguns momentos desta felicidade aos meus pequenos alunos. Foi o que pensei ao ler esta entrevista, do Prof. José Manuel Moran, no Escola Conectada.
Vale uma boa leitura e reflexão:
http://www.escolaconectada.org.br/comunique/entrevistas/ver_ent.aspx?id=47