Educação e Cultura para Todos

Abaixo transcrevo meu relato para a disciplina Seminário de Práticas Educativas 6 que envolve o debate e reflexão sobre o caráter social da profissão que escolhemos: Educador, relacionada a Cultura Popular e transformação social.

Reflexão Crítica: Educação, Cultura Popular e transformação social

Introdução:

Você tem medo do futuro? Refletindo sobre as questões filosóficas, diante de muitos acontecimentos recentes que saem do âmbito escolar para o policial, confesso temer a grande exigência da mídia e de muitos segmentos da sociedade sobre o papel da escola e dos educadores na formação dos jovens e crianças no séc. XXI.

Muitos não levam em consideração a ausência de valores familiares, que, mesmo numa sociedade pós-moderna, devem continuar desempenhando seu papel na formação social e cultural de seus filhos. Paralelamente a tudo isso, a miséria e a exclusão social levam milhares de jovens a uma inversão de valores propagada pela própria sociedade.

Em meio a tudo isso, casos de bullying, onde há vítimas de ambos os lados, a competitividade do mundo moderno, onde a palavra de ordem é conviver e manipular situações de conflito, leva educadores a exaustão diante de péssimas condições de trabalho e salário ínfimo que os obrigam a duplas ou triplas jornadas de trabalho, impedindo a dedicação merecida e o imprescindível envolvimento e acolhimento tão bem enfatizado nos trabalhos e pesquisas de Paulo Freire.

A Pedagogia da opressão, da indignação e da libertação precisam ser constantemente revistas entre os próprios educadores considerando que somos ao mesmo tempo, protagonistas e vítimas do “status quo”.

Ao longo dos debates do Forum da plataforma, bem como durante todo o curso, podemos perceber a ênfase dada ao caráter social de nossa atuação profissional. Educar no século XXI exige do próprio educador sua consciência de cidadão crítico e consciente de sua posição no mundo e de sua capacidade de transformar a realidade ao seu redor. Educar não possui mais o significado único de adaptar os indivíduos a realidade. Adquiriu um sentido muito mais amplo, numa perspectiva globalizante, contra-hegemônica e transformadora e para todos, ou seja inclusiva e não mais acessível apenas aos mais favorecidos.

Através da riqueza do convívio com a diversidade, a educação deve oferecer a convivência espeitosa e tolerante para todos, independentemente de cultura, religião, etnia ou gênero.

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