As Crianças e as mudanças climáticas

Muitas vezes, fui alvo de críticas em meu dia a dia nas escolas, e até ironicamente chamada de “Tia Verde”…
Encontrei um artigo que de certa forma, justifica agora, anos depois, o que instintivamente já temia, há 25 anos atrás:

“Como podemos construir uma sociedade melhor se não cuidamos das bases sociais desta construção? Quais as possíveis consequências das mudanças climáticas, dos bolsões de calor e do aumento de temperatura na fase da vida em que se está mais vulnerável, a infância?”

Uma excelente abordagem sobre a questão da importância efetiva educação ambiental e um forte posicionamento em favor da cobrança – porque não dizer, luta – por políticas eficazes de saneamento.

“Um clima frágil, pouca comida e a falta de água potável impulsionam a ocupação inadequada do solo. As crianças mais pobres são as mais vulneráveis. Também são as primeiras a sentir o aumenta da má alimentação e, conseqüentemente, as suas desordens, o que prejudica no seu crescimento e desenvolvimento, inviabilizando a sua saúde. Segundo a OMS, 4,5 mil crianças morrem por dia devido a alguma doença de via hídrica.”

Este excelente artigo da revista Envolverde, mais que um alerta, merece reflexão: http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=74515&edt=1

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