Educar os filhos em casa é crime????

Se você não conhece a história, informe-se AQUI.
Esta questão polêmica foi muito bem avaliada pelo grande Mestre Chassot, neste Post e depois neste Post, obviamente apresentando opiniões divergentes. Gostei muito da análise e argumentações de ambos os lados!
Muitas reflexões por aí…

A escola “socializa”????
O contato social inexiste fora da vida escolar???
Alguém perguntou o que os filhos realmente querem??
Á partir de quando eles terão o direito de decidir, escolher??
Como estes filhos se sentem agora em relação a decisão judicial???
Como reagirão a imposição???

Minha primeira reação foi de espanto, pois ficou claro que os meninos recebem excelente educação, mas precisamos analisar a abertura de precedentes…o famoso ditado “se a moda pega” e muito pai ou mãe despreparado (técnica e estruturalmente falando) por aí achar que pode fazer o mesmo será desastre total!
Acredito que estes pais, tão bem intencionados e preparados, deveriam, enquanto cidadãos, buscar soluções menos individualistas e mais ativas de co-participação em sua própria realidade, pois como afirmou o Dr, Rudá a redução da educação ao sucesso individual é uma triste declaração de falência de nossa sociedade, da esperança de viver juntos, entre diferentes que se respeitam e que constroem soluções coletivas.”

Enquete simplificada ali ao lado… dê seu clique e responda ao “Juri Popular”!

Piadinha da hora: Se fossem alunos da Rede Pública Municipal do Rio de Janeiro, o Juiz daria outra sentença??? Mas essa é uma outra história e fica para amanhã…

4 comentários sobre “Educar os filhos em casa é crime????

  1. Isso nos mostra que nos preocupamos tanto com NOSSOS filhos que acabamos entrando num profundo individualismo e acabamos privando nossos rebentos das diferenças, vivências, experiências em geral…sejam boas ou ruins, né? Obrigada por sua presença!!

  2. Oi Jenny,Gostei muito dessa postagem e o convite aos links, adorei ler o Mestre Chassot nessa discussão. Tem algo que aprendemos com o Outro e que percebo que talvez seja por aí a questão, a "tolerância" com o diferente, que nos acorda a mais desenvolver a escuta sensível para repensarmos a palavra e seus novos enfoques. Aprender o discurso da família apenas reforça o que há em comum, o valor da alteridade nos ajuda a ressignifcar nossa autoria pela releitura de mundo. E daí questionar o óbvio. Estar com os pais em uma mesa a estudar é muito bom, mas, não excluir a possibilidade de viver com o outro no processo de aprendizagem, a trabalhar em grupo, a ouvir diferentes narrativas a partir do currículo escolar. A pluralidade cultural nos ajuda a ampliar o conceito de cidadania e sobre a nossa participação nela a partir de nossas emoções e sentimentos que se entrecruzam a partir dos óculos que usamos em cada momento.Adorei o post. Bom debate!

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