Mudanças – só se forem significativas, efetivas!


Todos os que acompanham este meu espaço sabem que sou uma “aprendente atrevida”. E como atrevida que sou, adoro as reflexões lançadas no Grupo Blogs Educativos.
Neste finalzinho de semana, com todos já esquentando os tamborins, ávidos pelo feriadão do Carnaval, meu colega Sérgio Lima (como eu gostaria de ter um professor de física legal assim, lá no início dos anos 80!!!) indicou as postagens do Prof. Jarbas – Ensinar não é Crime! e do Prof. José Simão (leia “Uma historinha de mudança”).
Caramba!!! Isso daria discussão para, no mínimo, uns 10 posts…

Mas como atrevida, ouso apenas refletir o seguinte:

Como aluna do 3º período de Pedagogia na UNIRIO – pelo CEDERJ, depois de um ano de curso, ainda não me conformo com a falta de interação on line. Alunos não tem autonomia para debater assuntos das disciplinas. Não podem criar Fóruns nos espaços destinados a isso.
É certo que, o curso é bem puxado. Existem excelentes tutores, mas ainda não há interação. E o pior: não vejo canal aberto ao debate, a troca de idéias, não vejo uma luz no fim do túnel que aponte para uma mudança.
O discurso é um. A prática é basicamente: leia, estude sozinha e faça suas provas e trabalhos da melhor forma possível, se tiver dúvidas, pegue um ônibus e vá ao Pólo, no horário de seu tutor presencial, ou ligue para o 0800, se tiver saco pra ficar aguardando atendimento telefônico, pela internet, o máximo que você pode fazer é postar sua dúvida por e-mail e esperar por uma resposta.

Aí, a esta altura do campeonato, você deve estar se perguntando: Por que os alunos não utilizam um espaço fora da plataforma, tipo o Yahoo Groups e criam seu próprio espaço?
Bem que tentei, mas se estes alunos, pouco acostumados a interação em rede, já tem dificuldades no uso da plataforma oficial, o que dizer de uma interação feita em meio a correria de datas e provas. num cronograma loucamente interrompido por feriados e imprevistos diversos, que vão desde a falta de energia por um temporal até problemas de segurança pública.
Esta interação precisa e deve partir do próprio curso. Caso contrário, continuaremos a formar professores com belo discurso moderno-tecnológico e prática de sabatina e joelho no milho – ou o pior – de total libertinagem do aluno em relação ao professor e a escola!

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