Falando sobre amigos-falando sobre cães

Apolo e seu amigo Barney- (um presente do Marcos André)

Este foi um dos melhores presentes de natal que já ganhei: chama-se APOLO e é um Pastor branco de 44 dias!!
Ok! Este é um blog que pretende levantar temas de relevância para o trabalho de educadores…mas como estamos em férias, nada melhor do que falar sobre a amizade. Mais especificamente, um tipo de amizade um tanto polêmico: o amor de um cão e a família que o cria.
Ainda não li o livro, nem vi o filme Marley e eu – mas posso falar por experiência própria que, dependendo de como este “relacionamento” se inicia, seu cão pode se tornar um real melhor amigo.
Como todos os amigos, cada um tem seu temperamento e cabe a nós, supostos humanos racionais, cuidar para que este relacionamento (não vou colocar mais entre aspas, pois acredito que seja realmente!) seja o mais prazeroso e verdadeiro possível.
Já tivemos muitos cães: o Primeiro, Urso, era um pastor belga, muito lindo, tranquilo e educado. Um verdadeiro “gentleman” com os da família e uma fera com estranhos, mas nunca mordeu ninguém. Não permitimos esta regalia!!
Para fazer-lhe companhia, um pouco depois ganhamos a Pantera, mestiça de pastor, muito arisca, temperamental, que não gostava muito de crianças e adorava pular um muro…
Pouco depois, compramos o Átila, lindo rotweller, super inteligente, meigo com a família, mas muito ciumento. Certa vez estranhou meu filho – na época, com uns 12 anos. Foi muito difícil superar aquilo…mas ele continuou conosco, um tanto abandonado, pois perdemos a confiança nele.
Pantera, apesar de mais nova, morreu primeiro. uma morte trágica, pendurada na fenda do portão quando estávamos viajando. Chorei muito sua morte e cheguei a jurar que nunca mais teria um cão!
Urso e Átila morreram de velhice, aos 17 e 14 anos de vida, respectivamente.

Ficamos uns 5 anos sem um cão, até que o destino nos trouxe uma poodle, muito porquinha e exímia caçadora!! Seu nome: Michele, escolhido por minha sobrinha, a Maria Julia, sua dona, que nos transferiu sua guarda. Quem pensa naquela imagem caseira típica de poodle, pode esquecer. Vive caçando no mato e já deixou uma gambá em minha porta – (acho que ela não deixa mais, porque fiz questão de lhe dizer que odiei o presente!) Mesmo assim, as vezes me deixa algumas lagartixas!!
Mas um poodle jamais substituirá um cão de guarda como nosso pastor ou o rotweller. Ainda havia um vazio.
Meu filho mais velho encantou-se com um Husky – Lemon Star (nome criado na cabecinha louca do filho mais novo, na época com 4 anos) Mas este também não tem nada de guarda. Seu tempermento é tão infantil que acho que nunca vai amadurecer!! Muito lindo, carente e brincalhão…mas para guarda…

No embalo da volta de vida canina no quintal, aparece um Beagle abandonado, que desconheço seu passado. Andou tendo umas convulsões, pensei que tivesse epilepsia, mas parece que elas estão desaparecendo, talvez por ter encontrado uum lar. Andou fugindo muito, mas agora sempre obedece.

Finalmente, uma grande amiga me liga na véspera do Natal: Queres um filhotinho de pastor branco? E eu respondi: Isso é pergunta que se faça??? Já tenho 3 cães!!! Mas somos suficientemente loucos. Fomos buscá-lo e em uma semana, já conquistou nosso coração!!! Sem dúvida, este será um grande cão de guarda. Com apenas um mês já aprendeu mais que muitos humanos que eu conheço por aí…e já demonstra muito mais carinho também!!

Obrigada amiga! Assim que Apolo tomar as vacinas e puder passear, vamos visitá-la.

Obrigada por seu comentário!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s